terça-feira, 26 de junho de 2012

Quero mastigar incansavelmente essa amargura, como diria Khalil Gibran, "Quanto mais fundo a tristeza entrar no vosso ser, maior é a alegria que podereis conter."
Puta que pariu como eu poderia estar feliz... feliz pra caralho!
Explosões a parte...cade a parte que me cabe... queria definir numa frase fantástica mas o máximo que consigo é olhar a tela brilhando no escuro  o cursor piscando ritmado e meus olhos doem... um teclado alagado e um buraco totalmente preenchido de nada aqui dentro.
Será que felicidade existe? Se é tudo uma grande ilusão... a maior delas é a felicidade!
Amor existe? 
porque eu tenho que vagar me lamentando? Lamuriando como moribunda? 
Mas não demora muito vou criar asas e voar pra bem longe e então poderei ter de volta minha dignidade que um dia dei de presente pra alguém que me fez crer que merceia tudo de mim... a vida nos dá anjos de companhia e também demônios disfarçados de anjos...  todo cuidado é pouco!

sábado, 23 de junho de 2012

Cansada de beijar a lona, cansada dos discursos vazios.
Pulmões tão vazios quanto os discursos, falta o ar!
Há muito tempo quero escrever algo que faça valer o que sinto mas é tudo tão substancial...
e talvez seja esse o segredo.
É tudo igual...


Abismo

Existimos em conexões quase perfeitas e desencontros quase perfeitos...
Tudo quase sem explicação... o que me faz quase feliz... de quase em quase... há um abismo que faz unir duas partes uma de cada lado... antagônico né?
Quisemos nos vingar e acabamos nos vingando de nós mesmos, provando do próprio veneno!
Os dias são duros. Curtos ou longos, são sempre solitários, as parcerias se tornaram contratos a serem cumpridos, algo que no passado era impensável.
O que grita dentro de mim nada mais é que um desejo louco de me sentir amada...
Sinto saudade de piadas inteligentes... e discussões pseudo inteligentes... e declarações escancaradamente bregas... idéias malucas na noite
e a pergunta que não quer calar... Que fim levaram todas as flores?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Não sou básica nem classica, são palavras que não me cabem... me veste melhor o exagero, fora do padrão, me expressa melhor sem palavras que me padronizem esfregar isso na cara da sociedade paga-se um preço alto, e eu não vou pagar, o mundo que se adapte, porque eu definitivamente não vou me adaptar...
Razão algo que inexiste em mim...

segunda-feira, 12 de março de 2012

Que fim levaram todas as flores?

Hoje os sentimentos são tão emaranhados que não se definem...
Uma guerra sem fim aqui dentro, guerra por dentro, amargura por fora.
Entorpecida por todas as pancadas
Gostaria de falar de flores... mas apenas os sentimentos infames me dão inspiração, ô mau gosto!
As artérias até parecem entupidas, sangue envenenado, o ar falta, paz escassa.
A boa notícia é que caminho rumo a uma libertação das amarras, flutuo e ninguém vê...
Explodam malditos cegos! Louca? Jamais, chamo meu provocador jeito de ser de autenticidade, fere e causa inveja.
Já começo me sentir melhor, mente verborrágica!
E posso escrever em magnificas letras garrafais... F O D A - S E...
Alivio imediato!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Em mim...

Estou aqui e em todo lugar, todos me vêem mas não podem tocar...
Estou alçando voo com destino certo a plenitude.
Uma espécie de encontro com o sagrado
Há uma força aqui dentro que extermina obstáculos
E de agora em diante só quero as flores, os espinhos não me interessam...
Porque em mim há uma beleza infinita que apenas olhos nobres podem ver.
Afinal amargura é para tolos.


quinta-feira, 1 de março de 2012

noite

Algo revira me embola, vontade quem sabe do que?
E as tais borboletas no estomago podiam criar asas e me levar pra bisbilhotar do outro lado.
Vivo flutuando... existo e ninguém vê!
Ninguém vê que flutuo abaixo da linha do horizonte... mistério....
E tudo parece ter cor do outro lado, mas aqui,  a ilusão é monocromática, tem um gosto amargo e tem poderes corrosivos!
Só eu sei que cores são sonhos que se tornam realidade.