quinta-feira, 9 de junho de 2016

Prece tantrica (texto de Rosa Luz) ilustração (apenas Soul)



Vem... Amassa meu corpo contra o seu numa superfície qualquer!
Tanto faz se na vertical ou horizontal.
Desafia a lei da física de que 2 corpos não ocupam o mesmo lugar porque assim a gente desafia a lei da gravidade e levita.
Vem pra dentro de mim..vamos gerar calor e suor.
Queimar energia pq existe amor além da alma, Tesão.
Molha tua boca em mim.
Vem atuar no meu longa proibido pra menores.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Guardado (texto de Rosa Luz)

Aquele beijo, seu gosto guardado preservado como santuário imaculado impressões na alma.
Poder explorar sua anatomia.
Ser absorvida por cada poro da sua pele,unindo a matéria conectando com o divino transportados pra outra dimensão.
Nada me concentra a não ser a vontade de te devorar!
Te dar de presente todo meu amor fazendo senti- lo com meu toque, te acolher no meu corpo imerso em mim em todas as coisas que guardei só pra ti.

domingo, 5 de junho de 2016

Correntes

Teço meticulosamente minhas amarras mantendo- me presa.
Mas o que ninguém sabe é que as correntes que venho tecendo resignadamente.
Serão usadas como cordas da minha libertação.
Com elas escalarei as paredes do calabouço o qual me submeti.

Sereia

Vago mergulhada em mar de solidão.
O meu canto de sereia inebriante e ensurdecedor.
Só preciso do beijo do amor verdadeiro pra quebrar o feitiço.
Talvez pela vontade dos deuses que eu não dizime esse amor com a minha loucura!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Dentro

Agora as luzes acesas
Meia noite...Onde ficaram os sapatinhos de cristal?
Desde que a música parou começaram as sessões de choque.
Meu corpo ainda petrificado, procuro entender o que aconteceu.
Entre uma coisa e outra, vagas sensações de felicidade.
Tenho medo... de mim... porque minha alma não cabe mais nesse corpo rijo.
E o que esperar de alguém em momento de desespero e insanidade?
À procura de libertação da amarras impostas por si mesmo
Consegue me ouvir?
Quem está aí agora?
Me tranco na torre do meu castelo e cultivo resquícios de um passado distante presente.
Certifico-me se ainda respira e passo o dia a rodeá-lo...
Minha flor de dor!



segunda-feira, 18 de abril de 2016

Estesia

Vivo em estesia
Flutuo vagando pelo espaço
Imersa em um mar de sensações
Corpo e alma em simbiose
Em espiral multidirecional
Individualidade plural
Melodia no escuro: clarões mentais.


terça-feira, 5 de abril de 2016

A dor a dor...

No fim das contas o que restará?
Sempre coadjuvante nunca protagonista
Sempre à margem, à espera...
Apagadas as luzes, como um animal
Acuada, dedos apontados e só queria amor, amar...
Mas sua doçura é selvagem e não cabe em caixinhas
Incompreensão, nunca aceitação
Sem abrigo em constante cárcere de sua solidão